O Gavião é o que aparece com maior acúmulo de água entre os reservatórios que compõem a bacia Metropolitana, que atualmente registra um volume total de 20,75%. Em 2015, o reservatório atingiu seu limite máximo em duas ocasiões, nos meses de fevereiro e abril. Além dele, o Maranguapinho, que atingiu 100% da sua capacidade, e o Tijuquinha, que fica na cidade de Baturité e está com 85,95% de volume, estão com as maiores capacidades da Região Metropolitana, diz o balanço.
Da mesma bacia e em pior situação, apesar das precipitações, se encontram o Sítios Novos (Caucaia), com apenas 0,84% de sua capacidade, Castro (Itapiúna), com 1,93% de seu volume, Amanary (Maranguape), com 4,62% e Pompeu Sobrinho (Choró), com 5,18%.
Castanhão
O abastecimento da cidade de Fortaleza se dá por um conjunto que conduz água a partir do Açude Castanhão, no município de Alto Santo, seguindo para o Pacoti, interligado ao Riachão. Depois de chegar à barragem Gavião, a água segue para a Estação de Tratamento (ETA).
As recentes chuvas que caíram sobre Fortaleza e Região Metropolitana foram um alento para a situação crítica de alguns mananciais e estiveram associadas à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), principal causador de chuvas no Estado do Ceará no período de fevereiro a maio.
Ontem, o tempo acabou dando uma trégua na Capital, com índices pluviométricos quase inexistentes. Segundo dados da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), no entanto, eventos de chuva estão previstos para acontecerem no decorrer desta terça-feira (5), em virtude de uma nebulosidade variável.
Diário do Nordeste



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